sábado, 7 de setembro de 2013

Melhores sites de apostas esportivas

Não ganho nada sugerindo pra ninguém o melhor ou o pior site de apostas esportivas. Mas essa dúvida é muito procurada no google então resolvi ajudar quem procura por uma boa resposta.
Eu classificaria as respostas em quatro classes:
1- Os mais divulgados no Brasil: Betboo e Sportingbet.
2- Os mais populares mundialmente: Bet365, Bwin, William Hill, Coral e Bovada.
3- O com menor comissão: Pinnacle.
4- Os de estilo bolsas de apostas: Betfair.
Eu recomendo sites seguros (em tese, os maiores são mais seguros, mas ninguém sabe ao certo) e os baratos (com comissão mais favorável ao apostador).

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Carteira recomendada para setembro de 2013

Falta só um quadrimestre pra encerrar o ano e a essa altura as corretoras que ficaram pra trás já sabem que não conseguirão mais reverter suas performances. Das dez carteiras do Valor, cinco delas estão em campo negativo. Mas isso não é tão ruim quanto parece. Todas estão acima do Ibovespa.
A Planner é a pior de todas as carteiras e suas sugestões são arriscadas, pois excessivamente fundamentalistas. Quatro das cinco ações tiveram variações negativas no mês de agosto (ALPA4, CCRO3, DIRR3 e DTEX3). Só TOTS3 foi positiva. Nenhuma outra carteira apostou em tantas correções ao mesmo tempo.
A Ativa não vai bem no ano, no que pese suas carteiras terem sido sempre leves. Continua razoável, sem estranhezas: BVMF3, ITUB4, BEEF3, TBLE3 e VALE5. A XP parece ter desistido de especular com papéis de segunda: garantiu-se com ALLL3, BBSE3, CMIG4, DIRR4 e ITUB4. Nem parece a mesma corretora de meses atrás. Só chama a atenção a presença da enigmática operadora de ferrovias. Poucos riscos também na carteira da SLW: BBDC4, FIBR3, RADL3, RAPT4 e VALE5.
A Souza Barros, sempre fiel ao mercado interno, abre-se aos poucos: além de CTIP3, RENT3 e TBLE3, manteve BRFS3 e trouxe UGPA3. A carteira ganhou semelhança a da Bradesco, que inseriu CTIP3 e BRFS3, ao lado da lucrativa GGBR4 de agosto, HYPE3 e BBSE3.
A campeã de exportadores e produtos sensíveis ao dólar é a carteira da Citi, talvez querendo aproveitar o bom momento cambial: BRKM5, BRFS3, CCRO3, SUZB5 e UGPA3. A carteira foi bem no mês passado, principalmente em razão da celulose.
Com um resultado acumulado no ano próximo de zero, a Octo não quer entrar no negativo e não resolveu arriscar: CMIG4, DTEX3, HYPE3, ITUB4 e VALE5 seguem a correnteza.
Por fim, é preciso mencionar as duas corretoras krotonianas. A Geração Futuro ficou com BBSE3, KROT3, POMO4, UGPA3 e VALE5, enquanto a Santander escolheu BRFS3, MYPK3, KROT3, RAPT4 e VALE5.
Em geral, acho que ainda tem muita Vale nas carteiras. Kroton, que é ação que fez a diferença nas carteiras, parece ter batido no teto. Como as carteiras estão parecidas, não deve haver muitas divergências nos últimos meses.
As carteiras de dividendos têm ficado estáveis nos últimos meses. A da Um, por exemplo, conta com GRND3, CCRO3, TAEE11, MPLU3, TBLE3, COCE5 e BBDC4. Para algo mais original, pode-se buscar as sugestões da XP, CMIG4, VALE5, CIEL3, VIVT4, ALUP11 e BBSE3.

sábado, 8 de junho de 2013

Carteira recomendada de junho de 2013

A Ativa substituiu AMBV4 por PCAR4. Manteve ITUB4 e VALE5, para não descolar muito do Ibovespa, desistiu de experimentar KLBN4 e colocou MILS3 e EQTL3. A carteira da Octo continua com estratégias semelhantes à Ativa: excluiu Ambev e Suzano, manteve Vale e um banco, o Bradesco, não mexeu com BVMF3 e acrescentou GRND3 e BEEF3.
A Santander não mexe na Kroton, que está acompanhada de ITSA4, EZTC3, BRFS3 e MYPK3. O interessante é que excluiu Pão de Açúcar, enquanto outros incluíram.
A Souza Barros voltou a flertar com ações caras e introduziu em sua carteira HYPE3. Continua com apostas que parecem gráficas, como BRFS3, ao lado de RENT3, MDIA3, CTIP3.
A carteira da Citi sofreu apenas uma pequena mudança, retirando LPSB3 e retornando a EVEN3. Manteve-se fiel a ITUB4, ao lado de PETR4, CSAN3 e TBLE3.
TOTS3, apesar de continuar em queda suave, manteve-se na carteira da Planner. Foi a única ação mantida, na revolução de junho, que optou por DTEX3, CSMG4, MULT3 e CRUZ3.
Também ouve nova revolução na SLW, que adora mudanças. Só manteve BEEF3 e trouxe CRUZ3, GGBR4, CCRO3 e BRPR3. É interessante ter excluído por completo os bancos e se render à saudade da concessionária.
A Bradesco excluiu ações caras como RADL3 e ESTC3, embora tenha mantido HYPE3. Afora  BVMF3, compõe sua carteira com papéis menores, como JHSF3, TGMA3 e BRPR3.
A Geração Futuro, que há três meses não troca mais de um papel, seguiu firme em sua estratégia e só trocou CIEL3 por DAGB11 (operadora de Duty Free), mantendo RAPT4, ITUB4, KROT3, e UGPA3.
Quanto à XP, ela ainda tem mantido sua carteira comum: ITUB4, PETR4, BRML3, BBSE3 e a local FJTA4 que substituiu a outra local Grazziotin.
Quem gosta de novidades precisa buscar em outras corretoras. O Banco Espírito Santo, por exemplo, aposta em VALE3, ITUB4, MRFG3, mas CMIG4 e CYRE3.
As carteiras de dividendos não diferem muito das outras de meses passados. A da Bradesco, por exemplo, sugere AMBV4, BVMF3, CTAX11, CIEL3 e VIVT4. O interessante é a presença de ações que já saíram das carteiras normais. Outras sugestões emergem da carteira da Rico, como GRND3, COCE5, TBLE3, BBAS3, BRPR3 e TAEE11, e da Um, como HGTX3.
Quem curte risco pode se inspirar nas Small Caps da Fator: KROT3, MDIA3, AMAR3, PSSA3, RDNI3 e LEVE3.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Tênis: apostas nos sets nos Grand Slams

Imagine dois jogadores iguais. Em tese, poderiam simular um jogo de cara ou coroa pra ver quem vence e teríamos a seguinte distribuição para um jogador: em 2/16 vezes ganharia de 3x0; 3/16 vezes ganharia de 3x1 e em outras 3/16 vezes ganharia de 3x2. A distribuição percentual para o vencedor, no cara e coroa, é de 25% (3x0), 37,5% (3x1) e 37,5% (3x2). Mas na vida real o jogo é bem diferente.
Quem ganha o primeiro set não avança apenas na árvore de probabilidades binárias. Ele produz um aumento de chances de ganhar os próximos sets. Isso ocorre por causa de dois fatores. Em primeiro, se ele ganhou o primeiro set, talvez isso seja um sinal de que ele realmente esteja jogando melhor do que seu adversário nesse dia em particular. Em segundo, ao ganhar o primeiro set ele tem sua moral elevada e rebaixa o ânimo do opositor, ganhando pontos percentuais preciosos de chance de ser bem sucedido na partida. No jogo real, as chances mudam pra 36% (3x0), 34% (3x1) e 30% (3x2). Claro que isso muda de jogador pra jogador e é nesse ponto reside o lucro.
De volta ao cara e coroa, a chance de alguém vencer o primeiro set e vencer o jogo é de 11/32 (34,375%), enquanto vencer o primeiro set e perder o jogo é de 5/32 (15,625%). Na prática, no entanto, o percentual sobe no primeiro caso e desce no segundo caso.
Parece intuitivo que haja tie-break num jogo com tamanho equilíbrio. Mas não é verdade. Num set isolado, a chance de que ocorra é um pouco maior do que 1/4. No jogo inteiro, aproximadamente 1/2.
No cara ou coroa, a chance de não haver um quarto set é de 1/4. Na vida real do tênis, é de mais de 1/3 (36% para ser exato).
Por fim, um último dado interessante: a probabilidade de ocorrer mais de 9 games em um determinado set é de 56%.

Tênis: apostas nos games

Podemos imaginar que um game seja decidido nos moldes de um jogo cara ou coroa. Isso não é normal, porque é óbvio que o sacador tem vantagem, mas acontece. Quando um jogador é aproximadamente dez vezes melhor do que o outro (uma probabilidade de 90% de ganhar a partida) e vai receber o saque.
Nesse caso, é fácil fazer uma árvore de probabilidades. Em 1/16 o melhor jogador fechará o set deixando seu adversário com zero. E vice versa. Em 1/8 das vezes quem ganhar deixará o outro com 15. Em 5/32 o ganhador deixa o perdedor com 30. E em 10/32 das vezes o jogo fica em deuce, empatado. Em resumo:
Game x 0: 1/16
0 x Game: 1/16
Game x 15: 1/8
15 x Game: 1/8
Game x 30: 5/32
30 x Game: 5/32
40 x 40: 10/32
Mas o jogo normal, sem grandes discrepâncias, apresenta outros números. Em jogos equilibrados, com dois jogadores do mesmo nível, a chance do sacador converter um ponto (seja no primeiro ou no segundo serviço) é de aproximadamente 62%. Em outras palavras, quem defende o saque tem a chance de fazer o ponto 38% das vezes. Os resultados finais são os seguintes:
Game x 0: 14,8%
0 x Game: 2,1%
Game x 15: 22,5%
15 x Game: 5,2%
Game x 30: 21,3%
30 x Game: 8,0%
40 x 40: 26,2%, sendo 19,0% para o sacador e 7,1% para o sacado. Note que nos empates nos games, a chance do sacador ganhar é de 72,3%, enquanto a do sacado é 27,3%. No cômputo geral, temos 77,6% de chances do sacador converter seu game e 22,4% de perdê-lo. Tudo isso sem imaginar o impacto das variáveis psicológicas que, como sabemos acentuam a probabilidade de que o próximo ponto seja parecido com o anterior (ou seja, há dependência temporal).

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Distribuição de Poisson no futebol

Muitos sugerem estudar a distribuição de Poisson para entender os números de gols, cestas ou pontos nas apostas esportivas. O problema é que a distribuição dos tentos não é homogênea ao longo do tempo. A função de distribuição irá assumir tal homogeneidade. Por isso é importante ficar atento para os desvios a direita da probabilidade de ocorrências  ao longo do tempo de jogo. Os noventa minutos de futebol não são iguais. Quanto mais passa o tempo, maior a probabilidade de ocorrência de gols por minuto. De qualquer forma não é fácil explorar tais informações de forma lucrativa, porque as casas de apostas conhecem muito bem as distribuições corretas.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Comentários sobre o resultado de abril de 2013

Entender o comportamento do investidor no Tesouro Direto, pra mim, sempre foi um mistério que poucos economistas se dedicaram a desvelar. E continua me intrigando. Mesmo com todas as mudanças nos juros futuros, subidas e rotações, as preferências do investidor se alteram pouco. Desde o ano passado, dificilmente caem pra menos de 60% de participação os títulos com mais de cinco anos e atrelados ao IPCA. São títulos mais arriscados que as LFTs, mas continuam muito populares. Talvez o que explique isso seja a percepção (equivocada) dos investidores de que esses títulos embutem menor risco, por se tratarem de prazos longos e presença de indexação. Também entendo que muitos investidores acreditam que aplicar em títulos públicos de longo prazo é uma boa alternativa pra quem está fazendo seu pé de meia pra a aposentadoria.